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Pestana Park Avenue. O 100º hotel

Vista do Pestana Park Avenue, Nova Iorque

Assim se jogam dois trunfos com uma cartada: o primeiro hotel Pestana em Nova Iorque foi também o 100º do grupo. O feito foi celebrado em março de 2020, mas devido à pandemia só passado um ano voltaria a receber hóspedes – e a mimá-los com pastéis de nata.

O orgulho de Dionísio Pestana na abertura do primeiro hotel em Nova Iorque é tanto que por pouco não cabia nos seus 27 andares – pelo significado de entrar na Grande Maçã (“If you can make it there, you’ll make it aaanywhere”, já cantava Sinatra), pelo investimento de mais de 30 milhões de euros, mas também pelo que o Pestana Park Avenue representa: nem mais, nem menos, do que o 100.º hotel do grupo em todo o mundo.

Interior do Pestana Park Avenue

Na cidade que nunca dorme, a prioridade foi para os quartos. Apenas três a quatro por andar, num total de 95 quartos confortáveis e acolhedores, muitos com vista para o Empire State Building ou para o Chrysler Building. Apontamentos portugueses polvilham-no de cima a baixo, desde os sabonetes Castelbel nas casas de banho ao painel de azulejos do artista Manuel Cargaleiro no pátio interior.

De uma salinha por trás da receção fez-se um pequeno lounge onde Dionísio Pestana, o caçador de ideias, criou a sua versão do “complimentary breakfast” que via na concorrência nova-iorquina, mas com pastéis de nata em vez de bagels – e o indispensável café para levar.

O Pestana Park Avenue abriu portas em fevereiro de 2020 e fechou-as no mês seguinte por causa da Covid-19. O mundo parou, o Pestana Hotel Group resistiu, e exatamente um ano depois o hotel número 100 voltou a receber clientes e a afirmar-se como um pedaço de Portugal no coração de Manhattan – e, desde julho de 2021, na companhia do Pestana CR7 Times Square.

Vista do Pestana Park Avenue, Nova Iorque

Pestana Park Avenue
Nova Iorque

O primeiro hotel Pestana em Nova Iorque foi também o 100º do grupo.

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